Sunday, November 26, 2006

Richard Bona, hoje

Hoje no coconuts, um dos meus preferidos: Richard Bona. Magnífico! No entanto, o público forçou um apelo do músico: «did you come to the concert?». Em seguida, mais explícito e em português: «silêncio, por favor». Enfim, coisas que ultrapassam a minha compreensão…

9 Comments:

Anonymous Carlos Indico said...

Ilusões meu caro. Tudo é marquetingue pré-ensaiado, como deve ser qualquer profissionalismo, até a espontaniedade tem que ser ensaiada até á semelhança da verdadeira e unica. É tudo tanga e das grandes! Mas afinal o relato não foi sempre episódico? Temos o um mundo fisico que não alcançamos nem de braço estendido, e um virtual que,- as 4 ou 5 fontes de informação mundial-, nos apresentam como a verdade do homem comum em qualquer lugar do mundo. Há muito nevoeiro e D. Sebastião nunca aparece..........

12:29 AM  
Blogger Nkhululeko said...

:), :)... Carlos, nem sempre o mundo se veste de tanga. Que seja uma encenação, como provavelmente será a vida. Foi bem apropriada ao contexto. Há coisas que não se conciliam...a música não merece certas insensibilidades...

10:05 AM  
Anonymous tulipe said...

Não se compreende no espetáculo de ontem, nem em tantos outros daquele espaço. É especialmente revoltante quando o preço do concerto, talvez justo, mas certamente demasiado caro para quase toda a gente, deixou de fora tanta gente que gosta realmente de música...

11:11 AM  
Blogger Nkhululeko said...

É verdade, PdT. Só não percebo porque têm que lá ir, se não gostam...

9:38 PM  
Anonymous Carlos Indico said...

Não é uma questão de gostar, é o preço certo.
Qual é melhor, uma Bic ou uma Parker? : depende do preço!
Um abraço.

12:52 AM  
Blogger Nkhululeko said...

Se não gostam do concerto, do tipo de música, Carlos. Vai-se para os concertos por outros motivos. Era essa a questão.

12:04 AM  
Blogger Mangue said...

Pois é André. Parece o cúmulo do narcisismo: nada e nenhum lugar é mais importante do que o que eu tenho a dizer e a seguir possa contar. Leva-se ao extremo o mundo da fábula, cujo auge é o não-espaço (tempo e lugar): qualquer outra coisa torna-se mais importante do que o que me rodeia.

Por isso, quando se está com tosse, vai-se ao teatro! Isso se naturaliza e a realidade sucumbe ao simulacro!


Com isso, questões elementares do tipo o que vim cá fazer, tentam achar o seu espaço!
Abraços

2:35 PM  
Blogger Nkhululeko said...

Cheia de pavões esta cidade! Abraço.

2:00 AM  
Blogger Mangue said...

Realmente!

10:51 PM  

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